26/01/1968Junta de S. João das Caldas de Vizela, presidida por António de Sousa Oliveira, fecha as contas de 1967 com um saldo positivo de 3.160 escudos e 40 centavos, tendo obtido de receita 15.312$02 e feito despesa de 12.151$60.

26/01/1969 Junta de S. João das Caldas de Vizela, presidida por António de Sousa Oliveira, fecha as contas de 1968 com um saldo positivo de 3.504 escudos e 70 centavos, tendo obtido de receita 8.519$60 e feito despesa de 5.014$70.

26/02/1971Contas de 1970 aprovadas. Valores não referidos na ata.

02/01/1972Examinadas as maiores carências da freguesia, concluiu a Junta de Freguesia de S. João, presidida por António Oliveira, “o estado dos caminhos e a insuficiência de Luz, sendo deliberado oficiar a Câmara Municipal de Guimarães a dar-lhe conhecimento de tal estado e a pedir-lhe urgentes providências para remediar tal situação”.

26/01/1973Contas de 1972 são aprovadas com um saldo positivo de 3.797 escudos e 40 centavos. Receita: 8.593 escudos e 80 centavos; Despesa: 4.803 escudos e 40 centavos. Os autarcas de S. João: António de Sousa Oliveira (Presidente); Manuel da Costa Campelos (secretário) e Ilídio Gomes (tesoureiro).

26/01/1974 – Contas de 1973 são aprovadas com um saldo positivo de 3.360 escudos e 40 centavos. Receita: 6.068 escudos e 40 centavos; Despesa: 3369 escudos e 40 centavos. Os autarcas de S. João: António de Sousa Oliveira (Presidente); Manuel da Costa Campelos (secretário) e Ilídio Gomes (tesoureiro).

26/05/1974 – Nesta assembleia o tesoureiro Ilídio Gomes apresentou a demissão por problemas de saúde. A Junta atribuiu-lhe um voto de louvou pela sua dedicação à autarquia. Américo Osvaldo Marinho Fernandes assumiu o cargo.28/01/1976 – Com Domingos Pedrosa à frente da Comissão Administrativa, que tomou posse a 2 de dezembro de 1974, foram aprovadas as contas de 1975: RECEITA: 14.249 escudos e 80 centavos e despesa 6.095 escudos e 50 centavos. saldo positivo de 8.154 escudos e 30 centavos.

23/07/1976 – As duas juntas da vila reúnem na Ilha dos Amores onde avaliam a deficiente captação de água para abastecimento publico já que o precioso líquido não chega aos pontos mais altos de Vizela. Decidem tomar uma posição de força contra a Câmara Municipal de Guimarães por constantemente “sacudir a água do capote”.